7 de novembro de 2009

Presentes de Aniversário 2009

Ganhei mais livros para minha coleção, são eles:



A medida que for lendo, vou anexando links às páginas no Skoob para maiores detalhes sobre cada um deles.

Traficantes de Naufrágios
Adoro livros onde tenha o mar como cenário.

Gente como a Gente
Não imagino sobre o que seja esse livro.

A Moreninha
Um daqueles que li no tempo do colégio e ainda o tenho bem vivo na memória.

Angustia
Imagino que seja um enredo ligado ao lado psicológio.

O Tronco do Ipê 
Vale pela coleção, mas quando o li me lembro bem de não ter gostado.

Amigos Secretos
Pela sinopse parece bem divertido.

8 de outubro de 2009

 

Acabo de conhecer um espaço só para quem gosta de ler. Até que enfim uma rede social interessante e com gente inteligente. O Skoob é um espaço onde podemos montar nossa estante com livros já lidos, que queremos ler, emprestados e ainda fazer resenha após a leitura. Sem falar no histórico onde podemos ir adicionando informações sobre a leitura. Pra mim é como a realização de um sonho, um espaço onde os "amigos", não estão interessados em ficar aparecendo bonitinhos na foto, rrss. Quem é viciado em leitura sabe o quanto é gostoso falar sobre um livro lido, mas esse é um assunto que a maioria das pessoas não gostam sem não são amantes dos livros. Ainda bem que tenho o meu velho caderninho onde anoto os livros lidos, assim fica mais fácil montar a minha estante. Pra quem se interessar é só cadastrar em http://www.skoob.com.br e o mais gostoso é que essa é uma rede totalmente brasileira, pois existem outras, mas em inglês e assim fica difícil cadastrar livros que ainda não tenham no sistema. Fica aí mais uma dica.

22 de agosto de 2009

3º Festival de Literatura de São João del-Rei

 

Homenagem


A poesia marginal dos anos 70

Francisco Alvim
Foto: João Maurício Alvim
O FELIT apresenta, em sua terceira edição, uma rica e diversificada programação, tendo como foco de discussão a literatura brasileira, em especial a poesia marginal dos anos 70, cuja homenagem aos poetas dessa geração será feita através do escritor Francisco Alvim.
Francisco Alvim (Araxá, MG, 1938) estreou em 1968 com o livro de poemas Sol dos cegos. Entre 1969 e 1971 vive em Paris, onde escreve parte de seu segundo livro, Passatempo, lançado em 1974 na coleção Frenesi, (Rio de Janeiro), que reúne também os livros Motor, de João Carlos Pádua, Grupo Escolar, de Cacaso, Corações veteranos, de Roberto Schwarz e Em busca do sete-estrelo, de Geraldo Carneiro, no contexto da chamada poesia marginal, que ganhou notoriedade durante a década de 70. No período foi lançado um grande número de livros e revistas de poesia, provenientes de numerosos grupos de poetas “marginais”, que se organizavam de um modo um tanto espontâneo e um pouco por toda parte no país. A crítica reagiu vivamente – contra e a favor - a essas manifestações. Dentre as reações críticas favoráveis mais destacadas, figuram os artigos de Heloísa Buarque de Holanda e a antologia 26 poetas hoje, que ela organizou e que muito contribuíram para a divulgação desses trabalhos e para o debate sobre poesia e cultura nos anos setenta e nas décadas subsequentes.
Embora não se possa dizer que a poesia marginal tenha se constituído propriamente em um movimento literário, com estética, propostas e manifestos de Escola, seus autores não deixam de compartilhar certos referenciais, como a adoção de táticas comuns para vencer as dificuldades de publicação e publicização, a valorização do cotidiano, a busca de uma forma impregnada de oralidade, a vivência do fato político experimentado na subjetividade e não na projeção externa, idealizada e organizada, de uma utopia, o vínculo com o legado modernista.
Em 1978, Francisco Alvim publica Dia sim dia não, com Eudoro Augusto (coleção Mão no bolso, Brasília) e, em 1981, mais dois livros: Lago, montanha e Festa (coleção Capricho, Rio de Janeiro), que mantinham a marca da produção independente dos anos setenta.
Em 1973, a Secretaria de Educação e Cultura do Estado da Guanabara (Estado que posteriormente voltou a ser do Rio de Janeiro) atribuíu-lhe o Prêmio Paula Brito. Em 1981 a editora Brasiliense reuniu seus livros, à exceção de Dia sim dia não, em Passatempo e outros poemas, com o qual ganhou o prêmio Jabuti. Em 1988, lança Poesia reunida, na Coleção Claro Enigma, organizada por Augusto Massi e editada pela Duas Cidades, que lhe rendeu outro prêmio Jabuti. A edição incorporou além de Dia sim dia não, o inédito O corpo fora . Em 2000, a Companhia das Letras lança Elefante, e em 2004, a Cosacnaify o conjunto de seus livros publicados até o presente - Poemas (1968-2000).
Francisco Alvim foi diplomata de carreira até 2008, ano em que se aposentou. No exterior serviu na França, Espanha, Holanda e Costa Rica. Em Brasília, exerceu funções no Instituto Rio Branco e nas áreas cultural e política do Itamarati.
http://www.felit.com.br/iii-felit/?a=home

31 de dezembro de 2008

Lidos em 2008

Bem, 2008 foi um ano de obras em casa, pouca privacidade e pouquíssimo tempo para me dedicar a leitura. Li apenas 10 livros, o que é menos que 1 por mês, mas também, só o tempo que fiquei penando com Senhor dos Anéis daria pra ler mais 5 livros bons. Coloquei um link em cada título direto para o Skook, onde mais informações podem ser conseguida sobre cada livro.
  1. O Fim de Long John Silver
    David William Moore
  2. Ópera Buffa
    Ceci Gikovate
  3. O Seminarista
    Bernardo Guimarães
  4. O Senhor dos Anéis  - Pior do ano
    J.R.R. Tolkien
  5. Drama no Savoy
    Nicholas Meyer
  6.  O Guarani
    José de Alencar
  7. A Casa dos Bronzes
    Ellery Quenn
  8. Volta à Serra Misteriosa
    Francisco Marins
  9. O Código da Vinci  - Melhor do ano
    Dan Brown 
  10. Os Ultimos Dias de Pompéia
    Edward Bulwer-Lytton   
  • O Código da Vinci sem dúvida foi o melhor livro que li este ano. O livro dispensa maiores comentários, mas vamos lá. Sempre fico com o pé atrás em relação a livros muito badalados, minha irmã pegou emprestado pra mim e não estava muito certa se valeria a pena. Apesar de nunca ter lido nada do autor, foi paixão a primeira lida, devorei cada página enquanto a imaginação viajava longe.
  • Os fãs que me desculpe mas O senhor dos anéis foi sem dúvida o pior livro do ano. Li por insistencia do meu irmão, que adora, mas sinceramente, não imaginei que fosse tão cansativo. É uma estória de mais de mais de 400 páginas que poderia ser contada em 150. Muito descritivo, pouca ação e muito sono. Só não abandonei porque detesto fazer isso. Odeio ficar com a sensação de que a estória poderia ter melhorado, mas esse não foi o caso.