Nossa, a quanto tempo não escrevo nada aqui, tenho sentido falta de escrever, mas não me vem nada a cabeça. De certa forma isso é bom pois só consigo escrever quando estou triste, não uma tristeza qualquer, triste ao ponto de deixar de sonhar, triste ao ponto de perder o interesse por tudo. E apesar da minha vida não ter acontecido como sonhei, não me sinto deprimida como poderia estar.
21 de novembro de 2009
20 de novembro de 2009
Presente
Hoje ganhei mais um presente de aniversário, um pouco atrazado mais pra mim isso não importa. Acabei de ganhar o livro "A menina que roubava livros" de uma pessoa que mais do que minha aluna, é uma pessoa querida, uma pessoa com quem adoro trocar ideias, adoro conversar, pensamos igual em muitas coisas.
Obrigada Eneide, pelo carinho e pela atenção.
7 de novembro de 2009
Presentes de Aniversário 2009
Ganhei mais livros para minha coleção, são eles:
A medida que for lendo, vou anexando links às páginas no Skoob para maiores detalhes sobre cada um deles.
Traficantes de Naufrágios
Adoro livros onde tenha o mar como cenário.
Gente como a Gente
Não imagino sobre o que seja esse livro.
A Moreninha
Um daqueles que li no tempo do colégio e ainda o tenho bem vivo na memória.
Angustia
Imagino que seja um enredo ligado ao lado psicológio.
O Tronco do Ipê
Vale pela coleção, mas quando o li me lembro bem de não ter gostado.
Amigos Secretos
Pela sinopse parece bem divertido.
Traficantes de Naufrágios
Adoro livros onde tenha o mar como cenário.
Gente como a Gente
Não imagino sobre o que seja esse livro.
A Moreninha
Um daqueles que li no tempo do colégio e ainda o tenho bem vivo na memória.
Angustia
Imagino que seja um enredo ligado ao lado psicológio.
O Tronco do Ipê
Vale pela coleção, mas quando o li me lembro bem de não ter gostado.
Amigos Secretos
Pela sinopse parece bem divertido.
8 de outubro de 2009
Acabo de conhecer um espaço só para quem gosta de ler. Até que enfim uma rede social interessante e com gente inteligente. O Skoob é um espaço onde podemos montar nossa estante com livros já lidos, que queremos ler, emprestados e ainda fazer resenha após a leitura. Sem falar no histórico onde podemos ir adicionando informações sobre a leitura. Pra mim é como a realização de um sonho, um espaço onde os "amigos", não estão interessados em ficar aparecendo bonitinhos na foto, rrss. Quem é viciado em leitura sabe o quanto é gostoso falar sobre um livro lido, mas esse é um assunto que a maioria das pessoas não gostam sem não são amantes dos livros. Ainda bem que tenho o meu velho caderninho onde anoto os livros lidos, assim fica mais fácil montar a minha estante. Pra quem se interessar é só cadastrar em http://www.skoob.com.br e o mais gostoso é que essa é uma rede totalmente brasileira, pois existem outras, mas em inglês e assim fica difícil cadastrar livros que ainda não tenham no sistema. Fica aí mais uma dica.
22 de agosto de 2009
3º Festival de Literatura de São João del-Rei
Homenagem
A poesia marginal dos anos 70
| Foto: João Maurício Alvim |
Francisco Alvim (Araxá, MG, 1938) estreou em 1968 com o livro de poemas Sol dos cegos. Entre 1969 e 1971 vive em Paris, onde escreve parte de seu segundo livro, Passatempo, lançado em 1974 na coleção Frenesi, (Rio de Janeiro), que reúne também os livros Motor, de João Carlos Pádua, Grupo Escolar, de Cacaso, Corações veteranos, de Roberto Schwarz e Em busca do sete-estrelo, de Geraldo Carneiro, no contexto da chamada poesia marginal, que ganhou notoriedade durante a década de 70. No período foi lançado um grande número de livros e revistas de poesia, provenientes de numerosos grupos de poetas “marginais”, que se organizavam de um modo um tanto espontâneo e um pouco por toda parte no país. A crítica reagiu vivamente – contra e a favor - a essas manifestações. Dentre as reações críticas favoráveis mais destacadas, figuram os artigos de Heloísa Buarque de Holanda e a antologia 26 poetas hoje, que ela organizou e que muito contribuíram para a divulgação desses trabalhos e para o debate sobre poesia e cultura nos anos setenta e nas décadas subsequentes.
Embora não se possa dizer que a poesia marginal tenha se constituído propriamente em um movimento literário, com estética, propostas e manifestos de Escola, seus autores não deixam de compartilhar certos referenciais, como a adoção de táticas comuns para vencer as dificuldades de publicação e publicização, a valorização do cotidiano, a busca de uma forma impregnada de oralidade, a vivência do fato político experimentado na subjetividade e não na projeção externa, idealizada e organizada, de uma utopia, o vínculo com o legado modernista.
Em 1978, Francisco Alvim publica Dia sim dia não, com Eudoro Augusto (coleção Mão no bolso, Brasília) e, em 1981, mais dois livros: Lago, montanha e Festa (coleção Capricho, Rio de Janeiro), que mantinham a marca da produção independente dos anos setenta.
Em 1973, a Secretaria de Educação e Cultura do Estado da Guanabara (Estado que posteriormente voltou a ser do Rio de Janeiro) atribuíu-lhe o Prêmio Paula Brito. Em 1981 a editora Brasiliense reuniu seus livros, à exceção de Dia sim dia não, em Passatempo e outros poemas, com o qual ganhou o prêmio Jabuti. Em 1988, lança Poesia reunida, na Coleção Claro Enigma, organizada por Augusto Massi e editada pela Duas Cidades, que lhe rendeu outro prêmio Jabuti. A edição incorporou além de Dia sim dia não, o inédito O corpo fora . Em 2000, a Companhia das Letras lança Elefante, e em 2004, a Cosacnaify o conjunto de seus livros publicados até o presente - Poemas (1968-2000).
Francisco Alvim foi diplomata de carreira até 2008, ano em que se aposentou. No exterior serviu na França, Espanha, Holanda e Costa Rica. Em Brasília, exerceu funções no Instituto Rio Branco e nas áreas cultural e política do Itamarati.
http://www.felit.com.br/iii-felit/?a=home
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