Acabo de conhecer um espaço só para quem gosta de ler. Até que enfim uma rede social interessante e com gente inteligente. O Skoob é um espaço onde podemos montar nossa estante com livros já lidos, que queremos ler, emprestados e ainda fazer resenha após a leitura. Sem falar no histórico onde podemos ir adicionando informações sobre a leitura. Pra mim é como a realização de um sonho, um espaço onde os "amigos", não estão interessados em ficar aparecendo bonitinhos na foto, rrss. Quem é viciado em leitura sabe o quanto é gostoso falar sobre um livro lido, mas esse é um assunto que a maioria das pessoas não gostam sem não são amantes dos livros. Ainda bem que tenho o meu velho caderninho onde anoto os livros lidos, assim fica mais fácil montar a minha estante. Pra quem se interessar é só cadastrar em http://www.skoob.com.br e o mais gostoso é que essa é uma rede totalmente brasileira, pois existem outras, mas em inglês e assim fica difícil cadastrar livros que ainda não tenham no sistema. Fica aí mais uma dica.
8 de outubro de 2009
22 de agosto de 2009
3º Festival de Literatura de São João del-Rei
Homenagem
A poesia marginal dos anos 70
| Foto: João Maurício Alvim |
Francisco Alvim (Araxá, MG, 1938) estreou em 1968 com o livro de poemas Sol dos cegos. Entre 1969 e 1971 vive em Paris, onde escreve parte de seu segundo livro, Passatempo, lançado em 1974 na coleção Frenesi, (Rio de Janeiro), que reúne também os livros Motor, de João Carlos Pádua, Grupo Escolar, de Cacaso, Corações veteranos, de Roberto Schwarz e Em busca do sete-estrelo, de Geraldo Carneiro, no contexto da chamada poesia marginal, que ganhou notoriedade durante a década de 70. No período foi lançado um grande número de livros e revistas de poesia, provenientes de numerosos grupos de poetas “marginais”, que se organizavam de um modo um tanto espontâneo e um pouco por toda parte no país. A crítica reagiu vivamente – contra e a favor - a essas manifestações. Dentre as reações críticas favoráveis mais destacadas, figuram os artigos de Heloísa Buarque de Holanda e a antologia 26 poetas hoje, que ela organizou e que muito contribuíram para a divulgação desses trabalhos e para o debate sobre poesia e cultura nos anos setenta e nas décadas subsequentes.
Embora não se possa dizer que a poesia marginal tenha se constituído propriamente em um movimento literário, com estética, propostas e manifestos de Escola, seus autores não deixam de compartilhar certos referenciais, como a adoção de táticas comuns para vencer as dificuldades de publicação e publicização, a valorização do cotidiano, a busca de uma forma impregnada de oralidade, a vivência do fato político experimentado na subjetividade e não na projeção externa, idealizada e organizada, de uma utopia, o vínculo com o legado modernista.
Em 1978, Francisco Alvim publica Dia sim dia não, com Eudoro Augusto (coleção Mão no bolso, Brasília) e, em 1981, mais dois livros: Lago, montanha e Festa (coleção Capricho, Rio de Janeiro), que mantinham a marca da produção independente dos anos setenta.
Em 1973, a Secretaria de Educação e Cultura do Estado da Guanabara (Estado que posteriormente voltou a ser do Rio de Janeiro) atribuíu-lhe o Prêmio Paula Brito. Em 1981 a editora Brasiliense reuniu seus livros, à exceção de Dia sim dia não, em Passatempo e outros poemas, com o qual ganhou o prêmio Jabuti. Em 1988, lança Poesia reunida, na Coleção Claro Enigma, organizada por Augusto Massi e editada pela Duas Cidades, que lhe rendeu outro prêmio Jabuti. A edição incorporou além de Dia sim dia não, o inédito O corpo fora . Em 2000, a Companhia das Letras lança Elefante, e em 2004, a Cosacnaify o conjunto de seus livros publicados até o presente - Poemas (1968-2000).
Francisco Alvim foi diplomata de carreira até 2008, ano em que se aposentou. No exterior serviu na França, Espanha, Holanda e Costa Rica. Em Brasília, exerceu funções no Instituto Rio Branco e nas áreas cultural e política do Itamarati.
http://www.felit.com.br/iii-felit/?a=home31 de dezembro de 2008
Lidos em 2008
Bem, 2008 foi um ano de obras em casa, pouca privacidade e pouquíssimo tempo para me dedicar a leitura. Li apenas 10 livros, o que é menos que 1 por mês, mas também, só o tempo que fiquei penando com Senhor dos Anéis daria pra ler mais 5 livros bons. Coloquei um link em cada título direto para o Skook, onde mais informações podem ser conseguida sobre cada livro.
- O Fim de Long John Silver
David William Moore - Ópera Buffa
Ceci Gikovate - O Seminarista
Bernardo Guimarães - O Senhor dos Anéis - Pior do ano
J.R.R. Tolkien - Drama no Savoy
Nicholas Meyer - O Guarani
José de Alencar - A Casa dos Bronzes
Ellery Quenn - Volta à Serra Misteriosa
Francisco Marins - O Código da Vinci - Melhor do ano
Dan Brown - Os Ultimos Dias de Pompéia
Edward Bulwer-Lytton
- O Código da Vinci sem dúvida foi o melhor livro que li este ano. O livro dispensa maiores comentários, mas vamos lá. Sempre fico com o pé atrás em relação a livros muito badalados, minha irmã pegou emprestado pra mim e não estava muito certa se valeria a pena. Apesar de nunca ter lido nada do autor, foi paixão a primeira lida, devorei cada página enquanto a imaginação viajava longe.
- Os fãs que me desculpe mas O senhor dos anéis foi sem dúvida o pior livro do ano. Li por insistencia do meu irmão, que adora, mas sinceramente, não imaginei que fosse tão cansativo. É uma estória de mais de mais de 400 páginas que poderia ser contada em 150. Muito descritivo, pouca ação e muito sono. Só não abandonei porque detesto fazer isso. Odeio ficar com a sensação de que a estória poderia ter melhorado, mas esse não foi o caso.
31 de dezembro de 2007
Lidos em 2007
Em 2007 de novo decepção no amor, mais tempo para me dedicar a meu passatempo preferido, ler. Foram 20 livros, uma média de quase 2 livros ao mês, mas ainda achei pouco, poderia ter lido mais.
- Mistério Magazine - 263
Ellery Queen - O Mar dos Sargaços
Edwin Corley - Os Seis e a Ilha Fantasma
Irani de Castro - Território de bravos
Francisco Marins - As Aventuras do Piloto Ajudante
Capitão Maryat - Mistério Magazine - 10
Ellery Queen - Caravana para Vaccarés
Alistair MacLean - Moby Dick
Herman Melville - Os meninos da Rua Paulo
Ferenc Molnár - O Medo é Chave
Alistair MacLean - O Navegante
Morris West - Sem Perdão
Frederick Forsyth - Paranóia - Pior do ano
William Peter Blatty - 007 - para Você, Somente
Ian Fleming - A Casa Secreta
Edgar Wallace - Os Náufragos de Borneo
Mayne Reid - Mistério Magazine - 13 -14 - 15
Ellery Queen - A Inspetora e a Menina Biônica
Santos de Oliveira - Um Conto de Natal
Charles Dickens - O Bandido do Rio das Mortes - Melhor do Ano
Bernardo Guimarães
- Como melhor do ano, sem dúvida, O Bandido do Rio dos Mortes, há tempos esperava pela oportunidade de ler a continuação de "Maurício ou Os paulistas em São João del Rei", de Bernardo Guimarães. E apesar de o livro ter sido terminado pela esposa do autor, que faleceu antes deste finalizar a obra, o livro não me decepciou em nada.
- Como pior, coloquei Paranóia por ter achado o livro confuso e com uma narrativa pouco atraente, não é horrível, mas não tenho vontade de reler.Esperava mais pelo autor.
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